Assim que a Sisty chegou em casa vestida daquele jeitinho apertadinho que eu conheço tão bem, eu já percebi que não ia ser mais uma noite qualquer. Ela entrou rebolando pra caralho, jogou a bolsa no sofá e veio direto pra cima de mim com aqueles lábios carnudos meio abertos, tipo quem já tá com a bucetinha lambendo. Eu nem tive tempo de perguntar o que foi que rolou na festinha sexo que ela tinha saído, mas pelo jeito dela, com a saia subindo pra mostrar a calcinha molhada de renda que mal cobria a xotinha, eu sabia que ia ser coisa de corno mesmo. Sem perder tempo, eu agarrei ela pelos cabelos e mandei ela cair de joelhos na minha frente, porque eu tava louco pra ver aqueles peitinhos duros de coroa coroa se balançando enquanto ela engolia o pau cheio de veias que já tava duro pra caramba. Ela abriu a boquinha com vontade, meteu a língua pra fora e começou a chupar devagarinho a cabeça, gemendo baixinho enquanto eu empurrava pra dentro até ela fazer um boquete que só faltava engolir o pau inteiro. Quando eu senti o arrepio dela na garganta e a mãozinha dela massageando as bolas, eu não aguentava mais, mandei ela se deitar na cama e abrir as pernas pra mim. A Sisty obedeceu na hora, jogou a perna por cima do meu ombro e mostrou a bocetinha depilada e toda molhada, pingando pra caralho, enquanto eu cuspia na mão e preparava o pau pra encher ela toda. Entrei com tudo no primeiro movimento, sentindo a carne dela me apertando igual uma luva, e comecei a socar com força pra fazer a cama tremer. Ela gritava meu nome, mordia o travesseiro pra não acordar ninguém, e eu só pensava em encher aquela bucetinha safada com meu gozo espesso, vendo a porra escorrer por dentro da coxa quando eu acabei de gozar dentro dela e puxei pra fora pra mostrar o pau pingando de leite branco. Ela ficou de quatro pra mim, pediu pra eu meter de novo, e eu não ia negar não, afinal, Sisty é a minha vadia favorita pra foder até não aguentar mais.