Cheguei na casa da Agatha mama com a encomenda que ela pediu naquela madrugada quente de Halloween, mas o pacote que ela abriu não era bem o que ela esperava — era EU, nu por baixo do casaco, com o pau já duro só de imaginar o que ia fazer nela. Ela tava com aquele robe transparente que deixava a bundona toda de fora, os peitões balançando enquanto ela abria a porta com a cara de surpresa e um sorrisinho safado que só uma coroa coroa como ela consegue soltar. Mal o robe caiu no chão e eu vi a xota peluda dela toda molhada, o cheiro do tesão subindo no ar, que já meti a mão na cueca e puxei o pau pra fora pra mostrar como tava duro pra ela. A Agatha não perdeu tempo, pegou na mão minha e levou direto pro banheiro, empurrando minha cabeça pra baixo pra eu lamber a bundona dela toda antes de abrir ela toda com a língua e deixar a porra escorrendo pelas coxas grossas. Quando ela ficou de quatro no chão do banheiro, gritando que queria o pau grosso dentro dela, eu não segurei não — meti de uma vez só, ouvindo o barulho do cu dela estalando enquanto eu socava com força, a baba escorrendo da xota molhada toda pra fora. Ela berrava cada vez que eu ia fundo, pedindo pra eu encher ela toda, e quando vi que não ia aguentar mais, virei ela de barriga pra cima e meti na xota enquanto ela mijava toda molhada, a porra escorrendo junto na cara dela e nos peitos grandes, a bucetona apertando meu pau enquanto gozava duas vezes seguidas.