O dia começou normal no escritório até que a Ai Mukai apareceu com aquele vestido apertado mostrando os peitões enormes que eu já imaginava que ela tinha, mas nunca havia visto tão de pertinho. A safada vinha com uma pasta na mão e não percebeu que eu tava de pau duro só de olhar praqueles mamilos duros sob o tecido fino. Ela se inclinou pra colocar a pasta na mesa e eu vi a bundona empinada roçando no meu pau por acidente, então coloquei a mão no ombro dela fingindo ajudar, mas já tava passando os dedos naqueles peitões pesados que balançavam com cada movimento. A Ai virou pra mim com um sorriso safado e falou que tava precisando de ajuda pra resolver um problema 'particular', mas era óbvio que ela tava era excitada pra caralho, a boceta já escorrendo pela calcinha. Eu não tive dúvida, fechei a porta com um chute e agarrei ela pela cintura, enfiando a língua na boca dela sem nem pedir licença enquanto minhas mãos iam direto pro rabo duro, apertando firme pra sentir aquele bumbum firme esmagando minha mão. Ela gemeu no meu ouvido e disse que não aguentava mais esperar, então eu fiz ela sentar na beirada da mesa, abri aquele vestido num só movimento e os peitões saltaram livres, os mamilos enormes e duros implorando pra serem chupados. Agarrei os peitões com as duas mãos e coloquei um no meu pau pela calça enquanto ela rebolava toda molhada, a boceta jorrando suco pra cima da minha mão que eu enfiei dentro da calcinha pra sentir ela gemer mais alto com meus dedos dentro. Logo depois eu a fiz deitar na mesa, levantei a saia e vi aquela bocetona raspada pulsando, então meti o pau bem devagar pra ela sentir cada veia antes de empurrar de uma vez até o talo, a Ai gritando meu nome e agarrando nos meus cabelos enquanto eu socava aquela xota molhada sem dó. Quando dei por mim já tava metendo com força, os peitões dela balançando toda vez que eu dava um tranco, e ela não aguentou de tanto prazer, gozou na minha cara gemendo que não parasse nunca, mas eu não ia parar mesmo, então virei ela de quatro e meti com toda a força até encher aquela boceta toda de porra quente enquanto ela gritava que queria gozar de novo, e não tive escolha senão esvaziar tudo dentro dela até a porra escorrer pelas coxas.