A amiga muçulmana da minha meia-irmã chegou toda tímida naquele shortinho apertado que fazia a bundona redonda esticar pra caramba, e eu não consegui tirar os olhos do jeito que ela mexia o quadril pra cá e pra lá quando andava. Ela entrou na cozinha com aqueles peitões quase saindo da blusa e jogou o cabelo preto pra trás, sorrindo pra mim enquanto eu limpava a mão suja de óleo na calça jeans. A primeira vez que eu vi a buceta dela molhada foi quando ela se inclinou pra pegar o copo no balcão, e a saia subiu o suficiente pra eu ver que não tava usando calcinha mesmo, sua vadia safada. Eu não aguentei e bati na bunda dela com força, ela soltou um gemido alto e mordeu o lábio, me chamando pra ir logo com aquele pau grande que eu tava escondendo há tempos. Quando a gente foi pro quarto, ela caiu de costas na cama com as pernas pra cima e me mandou enfiar logo, que ela tava louca pra sentir cada veia daquele pau grosso do Hunter arranhando a parede do seu gozo. Comecei devagar, metendo só a ponta enquanto ela gemia meu nome e apertava os peitos com as mãos, mas logo ela agarrou meu cabelo e puxou pra me forçar entrar fundo, gemendo 'isso, me fode toda sua vadia'. A posição da cachorrinha fez a cabecinha do pau bater direto no ponto certo dentro dela, e quando eu dei uma estocada forte ela jogou a cabeça pra trás e gritou que ia gozar, sua xota toda molhada tremendo em volta do pau. Logo depois ela virou de quatro, jogou a bundona pra trás e implorou pra eu meter sem dó, que ela aguentava pau grosso como ninguém, e aí eu não tive mais piedade, socando com força até ouvir o barulho da carne batendo nela e ela gritando que ia encher a buceta toda de porra quente. Quando explodi dentro dela, a porra escorreu pra fora e ela gemeu satisfeita, lambendo os lábios enquanto eu caía em cima do corpo dela, exausto mas feliz por ter fodido aquela coroa coroa muçulmana sem vergonha.