Segunda-feira de manhã que merda, mas a Juju não ia deixar eu começar o dia reclamando não, ela já tava vindo com aquele rabo de cavalo, corpo malhado que nem de academia de luxo e peitão empinado que balançava toda vez que ela andava, com a calcinha tão apertada que dava pra ver o contorno do pau dela. Fiquei de boca aberta quando ela entrou no quarto de camisinha na mão, sorrindo safada e falou que tava com vontade de um anal gostoso pra animar meu dia — o pau já ficou duro no mesmo instante quando ela mandou eu me ajoelhar e lamber aquele cu apertado dela, sentindo o gosto de sabonete barato misturado com cheiro de fêmea madura. Ela gemeu alto quando enfiei a língua bem no meio das bochechas e forcei pra abrir o furinho, lambendo devagar até a safada começar a tremer toda. Juju virou de quatro na cama, mostrou aquele cuzão redondo e rosado, empurrando a bundona pra trás pra eu enfiar o pau nela sem dó, mas primeiro ela espalhou a cuspe na mão e passou no pau pra facilitar a entrada. Quando eu meti devagar no rabo apertado dela, a porra do gemido que saiu foi tipo um urro de vaca no cio, o cu dela engolindo o pau todo de uma vez e ela gemeu que tava doendo, mas mandou eu ir mais forte que ela aguentava o pau grosso da Dcrush sem problema nenhum. Fui socando cada vez mais forte, ouvindo o som molhado do pau entrando e saindo do rabo escancarado, o cu dela se alargando toda vez que eu dava um tranco, até a safada ficar toda molhada de suor e gemendo que queria mais. Ela pediu pra eu encher o rabo dela de porra, então dei um último tranco fundo e gozei tudo dentro daquele cuzão apertado, a porra escorrendo pra fora e sujando os tapetes da cama enquanto ela suspirava satisfeita, com as pernas tremendo e o rabo todo lambuzado de esperma.