Minha bucetinha molhada e tão apertadinha que mal cabia o pau da Remiskye dentro dela — e nem eu tava esperando gozar tão rapidinho como aquele caralho grosso abriu meu cheiro e enfiou sem dó. Ela veio chegando com aquele pau preto de quase vinte centímetros, escuro como um pau de demônio e já todo babado da porra que escorria da ponta, e eu nem tive tempo de reclamar quando ela jogou meu rabo na beira da cama e mandou eu abrir as pernas bem largo pra poder meter fundo. O pau dela era tão grande que mal cabia dentro do meu buraco, mas mesmo assim a Remiskye empurrou com força e eu senti cada veia grossa rasgando meu canal, me fazendo gemer alto e pedir mais enquanto minhas peitos balançavam de tanto que o pau batia no meu útero. Ela agarrou meus peitos grandes e naturais com uma mão e com a outra me deu um tapa na bunda que ecoou pelo quarto, me deixando ainda mais molhadinha enquanto o pau da vadia entrava e saía com estocadas que faziam meu pau de fora escorregar na parede do meu clitóris, me levando pro limite bem rápido. Antes que eu pudesse pensar em pedir trégua, a Remiskye mudou pra posição de missionário, subiu em cima do meu corpo e começou a cavalgar meu pau com força, esmagando meu clitóris na base daquelas coxas grossas enquanto eu só conseguia gritar e jogar a cabeça pra trás sentindo a porra toda inundando meu útero. Quando ela gozou pela primeira vez, o pau dela pulou dentro de mim e a porra quente escorreu pelas minhas pernas, mas nem assim a safada parou — seguiu socando até eu gozar duas vezes seguidas, uma na entrada e outra na saída, com tanto suco escorrendo que dava pra encher um copo. O pau da Remiskye era tão grosso que mesmo quando ela tirou pra bater na minha buceta, o buraco ficou aberto e pingando, e eu só conseguia gemer e implorar pra ela meter de novo enquanto as veias do pau dela pulsavam doido pra gozar dentro de mim de vez.