Veronika, a bunduda de pau duro na cabeça, ainda tremendo da gozada que acabou de tomar na boceta, veio pra cima de mim com um sorriso safado e a voz grossa me deixando maluco. Logo que eu tava deitado no motel, ela chegou toda molhada ainda da cena que a gente tinha feito de quatro, o rabo empinado pra cima e a buceta pingando, pedindo pra ser fodida de novo. Ela jogou a calcinha no chão, mostrou a xota toda lambuzada e falou pra mim meter o pau na boca dela, que tava com um gosto de porra e gozo misturado. Eu nem pensei duas vezes, agarrei ela pelo cabelo curto e enfiei o pau inteiro na boca da vadia, sentindo a língua dela lambendo as bolas e a cabeça toda molhada, os lábios apertando enquanto ela fazia chupar com vontade. O pau ficou tão duro que parecia que ia explodir, e ela, toda safada, foi apertando as peitos e gemendo enquanto chupava, a porra já escorrendo pelo meu pau e pingando no travesseiro. Quando ela sentiu que eu tava pra gozar, largou o pau e se jogou de costas na cama, abriu as pernas pra mim e mandou entrar com tudo, a bunduda tremendo toda enquanto eu metia sem dó, o pau enterrando até o talo no cu molhado dela. O som dos corpos batendo enchia o quarto, os gemidos dela ficavam cada vez mais altos, a voz grossa pedindo pra eu encher ela toda de porra, enquanto eu socava aquele rabo bonito sem parar. Quando gozei, foi uma explosão, o pau jorrando dentro dela até não aguentar mais, a porra escorrendo pela coxa grossa da coroa gostosa enquanto ela ria toda satisfeita, lambendo os lábios e pedindo mais um pouco pra não perder nada. O cheiro de sexo tava no ar, a cama toda suja de porra, a bunduda ainda tremendo quando eu caí ao lado dela, exausto mas louco pra fazer tudo de novo logo.