Essa coroa italiana de peitos grandes nunca se conteve quando via uma calçada molhada — a água escorrendo, o tecido grudando em cada curva, e o pensava em como ia fazer para mostrar tudo praquele moleque que passava todo dia de bicicleta. Coloquei meu micro biquíni justo, que mal segura os balões que Deus me deu, e fui pra rua só pra ele ver. Quando ele encostou a bike e ficou parado me olhando, eu fiz questão de rebolar devagar, deixando os peitões balançarem livremente sob o tecido fino. O moleque engoliu em seco, o pau já duro dentro da bermuda, e eu sabia que não ia demorar pra ele vir pra cima. Abri o ziper do biquíni só pra ele ver melhor, os mamilos duros de excitação, e joguei o tecido no chão sem cerimônia. A calçada gelada fazia meu cuzinho tremer enquanto eu abria as pernas na ponta dos pés, mostrando a xota toda molhada só pra ele. Ele não aguentou e veio correndo, enfiando a cara entre minhas pernas enquanto eu apertava a cabeça dele contra mim, gemendo alto pra todo mundo ouvir. Chupei ele com vontade, sentindo o pau grosso pulsando na minha boca, até ele me jogar no chão e me virar de quatro, metendo com força enquanto eu gritava que não ia aguentar tanto pau grosso de uma vez. Os peitões balançando a cada estocada, a mão dele agarrando minha bundona pra me puxar mais pra trás, até gozar tudo bem dentro da minha buceta com um gemido que fez a vizinhança toda saber que a coroa italiana tava levando pau duro sem dó.