A coroa japonesa safada não aguentava mais só de lingerie preta rendada que mal cobria aqueles peitos ninfa de fazer qualquer pau latejar na hora. Quando Toru entrou no quarto com aquele uniforme de empregado todo amassado e a respição dele alterada, eu já sabia que ele não ia resistir muito tempo. Tirei meu robe devagar, deixando as pernas grossas de meias finas de nylon aparecerem primeiro enquanto os olhos dele iam direto pra minha buceta pelada e molhada de vontade. O pau dele já estava duro dentro da calça branca quando eu sentei na beira da cama e abri as coxas bem devagar, passando os dedos pela xota escorregadia que tremia só de pensar em sentir aquele pau japonês metendo fundo. Ele não resistiu e veio pra cima como um animal, enfiando a cara na minha boceta lambendo cada pedacinho com a língua grossa enquanto eu apertava a cabeça dele contra mim e mandava ele gozar. Com a boca toda molhada e os seios balançando, eu virei ele de costas e sentei no pau dele, socando a bucetinha dele pra cima e pra baixo enquanto gemidos sujos escapavam da minha garganta e os mamilos duros raspavam no peito dele. Ele segurou nos meus quadris e começou a socar pra cima com tanta força que as coxas dele batiam na minha bunda de fazer barulho de batida de carne — e eu só gritava pra ele meter mais fundo, enfiar até o talo, gozar dentro de mim de uma vez. Quando ele explodiu soltando porra quente dentro da minha buceta apertada, eu abracei ele com força e fiquei toda molhada, os seios suados grudados no corpo dele enquanto a porra escorria pelas minhas coxas de nylon.