A coroa loira safada já vinha babando pela cara de pau daquele garanhão musculoso o dia todo, trocando olhares sujos no salão do hotel enquanto o Martin Spell massageava os ombros dela sem saber que o pau dele já tava duro só de imaginar a boceta molhada da Diana Douglas. Ela chegou de vestido apertado que mal cobria a bunda redonda, as peitos duras empurrando o tecido fino, e foi logo encostando o corpo todo nele no elevador, roçando a bocetinha depilada na coxa grossa do moleque. Assim que a porta fechou, ela puxou a mão dele pra dentro da calça jeans e esticou pra fora um pau tão grosso que a Diana quase babou — ali mesmo, no corredor do hotel, ela ajoelhou e engoliu toda a cabeça, gemendo com a boca cheia enquanto os gemidos dele ecoavam nas paredes. O Martin segurou o cabelo loiro dela e empurrou até sentir a garganta, a Diana engasgando mas não parou, os olhos lacrimejando enquanto ia e vinha com a boquinha suja. Quando ele puxou ela pra cima, a coroa já tava toda encharcada, molhando até o vestido, e foi direto pra cama de quatro nem se importando com a calcinha rasgada no chão. O Martin não perdeu tempo, meteu tudo de uma vez enquanto apertava os peitos fartos da Diana, a bocetinha dele se abrindo toda pra aceitar aquele pau longe, a cada estocada os peitos balançando como dois melões maduros. Ela gritava cada vez que ele batia na bunda, a mãozinha dela alcançando o pau pra se masturbar enquanto escutava o barulho molhado do pau entrando e saindo da boceta. Quando ele virou ela pra cima, a Diana abriu as pernas pra ele montar em cima do pau grosso e ficou gemendo alto, pedindo mais com a voz rouca enquanto o Martin apertava a bunda dela pra afundar ainda mais. Gozo quente escorrendo pra fora, a porra escorrendo pela coxa suada da coroa enquanto os dois caíam exaustos na cama, a bunda toda vermelha e o pau ainda duro pra segunda rodada.