A primeira vez que a Rider On The Floor me ligou pra vir pra sua mansão eu já sabia que não ia ser um dia qualquer, não mesmo, caralho! Ela tava toda vestida de couro preto, com um chicote de couro na mão e aquele olhar de quem não tá brincando nem um pouco, e eu tava com a sensação de que eu ia pagar caro por qualquer coisa que fizesse de errado. Mal entrei no quarto e ela já mandou eu me ajoelhar naquilo que ela chama de 'cadeira de treino', uma porra de uma coisa toda molhada e gelada que grudou na minha bunda na hora, e eu nem sabia direito o que era aquilo até ela avisar que era pra eu não gozar de jeito nenhum, que ia treinar meus reflexos primeiro. Aí ela pegou aquele brinquedo favorito dela, uma porra de um vibrador que fazia um barulho mais alto do que uma serra elétrica e que eu já tinha visto ela enfiar na buceta daquelas gordinhas que ela treinava antes de mim, e antes de eu poder reclamar, ela já tinha enfiado ele na minha rola e apertado o botão mais forte. Eu tentei aguentar, mas, porra, aquele troço fazia meu pau vibrar tanto que eu senti o gozo subindo pela garganta na primeira onda, e eu tive que morder o lábio até sangrar pra não gemer alto demais. Ela só riu e falou que eu era um escravo mesmo, um cachorro que não consegue segurar nem um pingo de porra, e mandou eu engolir tudo o que ia sair se quisesse continuar treinando. Depois que ela viu que eu tava a ponto de explodir, ela tirou o vibrador e mandou eu lavar a porra toda na boca dela, que tava toda molhada e cheirando a sexo, e eu tive que engolir cada gota enquanto ela segurava minha cabeça pra baixo e fazia questão que eu lambesse tudo até secar. Na última vez, ela me estapeou com o chicote e mandou eu meter aquilo nela de uma vez, e quando eu tava quase gozando de novo, ela jogou um balde de água gelada em cima de mim e falou que eu só ia gozar quando ela mandasse, e eu fiquei ali tremendo, com o pau duro e a vontade de chorar de tanto tesão misturado com raiva. Quando finalmente ela liberou, eu meti na bucetona dela com tudo, e ela gritou tão alto que os vizinhos com certeza ouviram, e a porra jorrou de mim feito uma mangueira quebrada, enchendo aquela xota toda enquanto eu caía pra frente, exausto e feliz por ter sobrevivido ao dia mais louco da minha vida.