O enteado não aguentava mais ver a madrasta se tocar sozinha trancada no quarto com as portas fechadas toda vez que o pai saía para o trabalho, o cheiro de xampu bom e o barulhinho molhado que vinha do banheiro só alimentavam o pau duro que ele escondia toda hora atrás da toalha molhada do banho. Num final de tarde quente em que a casa estava vazia, ela saiu do chuveiro só de roupão, os seios pesados balançando com cada passo, os mamilos duros sob o tecido fino, os cabelos loiros escorrendo água no ombro nu. Ele fingia ler na sala, mas os olhos iam direto pro rabo dela balançando de um lado pro outro enquanto ela secava os cabelos com a toalha. Quando ela passou por ele, o roupão se abriu só um pouquinho, mostrando a bocetinha depilada brilhando de tão molhada, e ele não aguentou mais — jogou a revista no chão e agarrou o pau duro na calça pra aliviar a pressão, mas ela viu tudo pela visão periférica e sorriu maliciosa. "Vem cá, safado, que a titia te faz um boquete de destruir seu pau", ela falou com a voz grossa de safada, puxando ele pelo cinto e jogando ele no sofá com força. O pau dele pulou pra fora da cueca toda molhada de pré-gozo, enorme, veias saltadas, e ela não perdeu tempo — ajoelhou entre as pernas dele e enfiou a boca toda no pau grosso, a língua lambendo a veia grossa duma lado pro outro enquanto ele gritava puto de prazer com os dedos cravados no braço dela. Alura Jenson meteu ele até o fundo da garganta sem engasgar, os lábios selados na base do pau, a baba escorrendo toda pra baixo, e ele só conseguia gemer "porra, porra" enquanto ela fazia um boquete de devorar o pau igual uma vadia faminta. Quando o pau dele já tava preto de tanto sangue e prestes a explodir, ela parou, levantou, tirou o roupão e mostrou a bunda carnuda e a boceta escorrendo mel — "agora é minha vez, safado, senta nessa xota"".