A maldita dominadora francesa Maitre Antoine Sandroneau tomou conta do banheiro público de Paris como dona do lugar, trancando a escrava Francoise no chão de ladrilhos frios com corrente e algemas. A vadia coroa coroa de meia-idade já chegou toda molhada só de pensar em como ia humilhar e usar aquela escrava burra, a saia levantada pra mostrar as pernas grossas dentro de meias 40 denier pretas que iam até a coxa, a bucetona toda depilada brilhando sob as luzes brancas do teto. A escrava Francoise, ajoelhada como uma cachorrinha, não teve nem tempo de implorar quando a dominadora pegou no cabelo dela e enfiou a xota no rosto da coitada, mandando ela lamber toda a gozosa lambuzada que a vaca já tinha despejado no chão. A escrava não aguentou, o pau duro da dominadora batendo na cara dela enquanto a safada gritava ordens em francês misturado com palavrões sujos, mandando a coitada engolir xixi quente na privada na frente de todo mundo que passava e ouvia os gemidos e os sons de corrente arrastando. A escrava Francoise tremeu toda quando a Maitre Antoine puxou ela pra cima, jogando ela contra a parede suja do banheiro e rasgando a blusa dela pra mostrar as peitos moles e caídas, apertando elas com força enquanto a escrava choramingava e a dominadora cuspia na boca dela antes de enfiar o pau grosso na buceta repuxada da escrava. A escrava foi fodida de pé, a cara toda esmagada no chão, a corrente batendo nas costas enquanto a dominadora socava com tanta força que a escrava não aguentava mais gemer e gozava toda vez que o pau batia na parede do útero. O clímax chegou quando a Maitre Antoine mandou a escrava engolir a porra toda na cara e lambuzar a boca toda, a escrava cuspindo e engasgando enquanto a dominadora ria da humilhação total, a escrava transformada num monte de carne suja e usada, a boceta escorrendo pra fora toda molhada e a dominadora ainda não satisfeita.