A coroa coroa Yakipakitaki chegou em casa mais cedo daquele dia chuvoso e resolveu dar uma surpresa pro marido, que ainda tava no trabalho. Ela entrou no quarto ainda com a saia justa e a blusa de seda transparente, os mamilos duros aparecendo bem marcados, e jogou a calcinha rendada no chão sem nem se preocupar se alguém podia ver. O som do chicote batendo na penteadeira já ecoava antes mesmo dele entrar, os pulsos atados por tiras de couro macio que ela mesma tinha comprado naquela manhã no shopping. Quando ele abriu a porta e viu ela de joelhos no chão, com a bundinha empinada e a boca aberta esperando o pau grosso que ela já tava chupando sem piedade, ele só conseguiu soltar um gemido rouco antes de fechar a porta atrás. Ela puxou firme no pau dele, que já tava duro feito pedra, e ordenou em tom de comando pra ele dar a surra que ela merecia enquanto lambia a ponta com a língua molhada, os lábios vermelhos espalhando saliva por todo o pau inchado. Logo em seguida, ela se jogou de costas na cama, as pernas abertas mostrando a boceta escorrendo, e mandou ele amarrar as pernas dela com a corda de algodão pra começar o verdadeiro BDSM. O primeiro tapa na xota dela soou alto no quarto silencioso, seguido por gemidos abafados quando ele usou a palmatória de madeira pra marcar cada coxa grossa enquanto ela implorava por mais, a voz engasgada de prazer. Quando ele colocou a mordaça de couro na boca dela pra abafar os gritos, a coroa oriental safada só conseguiu gemer mais alto, os olhos vidrados de tesão, enquanto o pau dele entrava e saía da boceta molhada em ritmo de socão. A cada estocada, a porra escorria pra fora, sujando os lençóis caros enquanto ela tremia toda, os seios balançando pra lá e pra cá com cada movimento bruto. Depois de três gozadas seguidas dentro dela, ele desamarrou tudo e deixou ela toda marcada, a bunda vermelha e a xota cheia de porra, antes de cair exausto ao lado mas não sem antes sentir o último gemido dela nos lábios dele, quente e suado.