Quando eu vi a Eva novinha rebolando no quarto com aquela camisinha apertada na mão, a buceta molhadinha sobrando na calcinha, eu não tive como não pensar que o pau duro que senti dentro da cueca não ia aguentar muito tempo quietinho. Ela olhou pra mim com aquele sorrisinho safado e jogou a camisinha no chão, enquanto se jogava toda na cama, de barriga pra cima e as perninhas bem abertas, mostrando a xota depilada que já tava toda lambuzada. Antes que eu pudesse pensar em qualquer coisa, ela puxou meu pau pra boca e engoliu tudo num movimento rápido, a saliva escorrendo pelos cantos enquanto ela fazia aquele barulho molhado de garganta que só acende o pau mais rápido. Quando ela tirou a boquinha suja, pediu pra eu meter logo, mas avisou que não ia aguentar qualquer coisa, tinha que ser bem do fundo porque ela tava louca pra sentir o pau bater na boceta e no cu pela primeira vez. Eu não tive dúvida, joguei ela de quatro na cama, abri aquela bunda durinha com as mãos e enfiei de uma vez, sentindo ela gritar com a voz rouca enquanto o pau entrava devagarinho, mas ela pediu pra ir com tudo. Fui socando sem dó, a cada estocada ouvia a buceta dela esguichando suco e a bunda batendo na minha virilha, o barulho de pele molhada enchia o quarto. Quando os dedos dela começaram a massagear o cu, eu entendi que ela tava mesmo a fim de experimentar pela primeira vez, então tirei pra cuspir na mão e espalhar bem antes de meter de novo, agora bem devagar na entrada do rabo. Ela gemeu alto, pediu pra ir fundo, e quando o pau tava todo pra dentro, ela saiu do sério, mandando eu socar com força até ela sentir o pau bater no útero. Gozou duas vezes antes de mim, a porra escorrendo pela perna toda enquanto ela babava no travesseiro, mas eu não parava, até que ela pediu pra encher o cu também. Quando gozei todo dentro dela, senti a porra escorrer pra fora e a Eva caiu toda mole, com um sorriso besta no rosto, dizendo que nunca mais queria viver sem aquele pau firme dentro dela.