A garota negra tava toda produzida com aquela fantasia de couro preto que marcava cada curva do corpo, a saia curta subindo bem em cima da bundona malhada que já tava durinha só de pensar no que ia aprontar dentro do trem. Ela entrou no vagão com aqueles sapatos de salto alto brilhando e a meia calça de nylon escura colada na pele, a mão passeando pela lateral da coxa grossa enquanto os olhos brilhavam de safadeza. O lugar tava lotado, mas ninguém percebeu que aquele ingresso especial não era só pra entrar na festinha — era pra mostrar a bucetona pra quem quisesse ver, inclusive praquela coroa brasileira do outro lado do corredor que não conseguia tirar os olhos daqueles seios cheios pressionando o tecido apertado. A coroa coroa já tava com a mão no colo, mexendo devagar no pau duro embaixo da saia, enquanto a garota fazia questão de balançar os quadris pra mostrar cada detalhe da meia calça brilhando. Quando o trem começou a trepidar, a vagabunda jogou o cabelo pra trás e foi andando até a poltrona da coroa com aquele cheiro de tesão no ar, a boca já salivando pra dar um boquete de encher os olhos. Sentou no colo da coroa gostosa com as pernas bem abertas, a saia subindo pra mostrar a xota depilada só de calcinha fina, e começou a rebolar em cima do pau duro que tava pra estourar dentro da calça. A coroa segurou firme nos quadris da garota, enfiando a mão por baixo da saia pra sentir a buceta toda molhada escorrendo, enquanto a vagabunda puxava o pau pra fora e começava a chupar com vontade, engolindo cada veia grossa até o talão da goela, o pau batendo na garganta enquanto o tranco do trem fazia tudo balançar mais forte. Quando a coroa madura não aguentou e gozou toda tremendo na cadeira, a garota desceu rapidinho pra deixar o pau de fora e começou a fazer footjob de doer, passando o pé descalço em cima da cabeça do pau até ele soltar jato atrás jato de porra quente no rosto da coroa, os fios grossos escorrendo pela cara toda enquanto a coroa coroa babava de prazer vendo aquilo tudo.