Bundona gordinha e molhadinha como eu sou, tava na minha calcinha já pingando só de pensar que ia apanhar daquele assassino safado todo mascarado. Minha xota tá uma poça d’água, os peitões balançando pra tudo que é lado enquanto ajoelho no chão frio da rua, mas que porra, meu pau tá doido pra meter ela pra caralho. Ele chega por trás com aquela máscara de pano todo sujo, pegando meu rabo pra testar se tá bom e eu gemo alto pra ele me encher de pau que eu mereço, que sou uma vadia que gosta é de apanhar. Começa a me bater na bunda com o pau dele duro, cada tapa faz minha bunda tremer e minha xota esguichar mais um pouco, a calcinha grudando toda molhada. Jogo minha cabeça pra trás e abro a boca escancarada pra ele meter aquele pau enorme bem na minha goela, engasgando pra ele, babando pra caralho enquanto ele enfia e puxa com vontade de dominar. Minha bundona fica toda vermelha de tanto tapa, os peitões balançando pra todo lado, e quando ele me vira de quatro na calçada eu já tô gemendo igual uma cadela no cio, pedindo pra ele meter fundo e encher minha buceta de porra. Ele não perdoa, entra com tudo na minha xota molhada e escorregadia, os sons molhados enchendo o ar enquanto ele fode gostoso sem dó, cada estocada faz minha bunda chacoalhar e meu gemido ecoar na rua. Quando ele goza dentro de mim, minha buceta aperta pra sugar tudo e eu fico caída no chão suja, com a máscara dele ainda no rosto e meu rabo todo vermelho, só esperando ele meter de novo porque eu sou uma putona que não tem vergonha nenhuma.