Quando cheguei na casa cheia de cheiro de perfume barato e temperos fortes, não fazia ideia que ia me deparar com aquela indonésia peluda toda safada de biquíni minúsculo e rabo-de-cavalo mal feito, sentada no sofá com as pernas bem abertas mostrando a boceta peluda escorrendo mingau. O cliente muçulmano, um cara magro de barba bem cuidada, ficou de pau duro na hora mas não teve coragem de mexer um dedo, então a vadia ordenou que eu entrasse e fechasse a porta enquanto ela puxava meu pau pra fora da calça jeans e começava a me masturbar com uma mão cheia de anéis baratos, a outra afundando dois dedos grossos dentro da própria xota pra me mostrar como tava molhada. Eu não aguentei muito não, enfiei meu pau inteiro na boceta peluda dela de uma vez só, ela gritou pra caralho e mordeu meu ombro suando igual uma porca no cio, os peitos balançando de um lado pro outro enquanto eu batia naqueles lábios grossos de buceta molhada que tavam escorrendo até no cu. O muçulmano, todo envergonhado, pediu pra ver, então a putinha levantou a saia minúscula e se curvou de quatro no chão, mostrando a buceta peluda babando enquanto eu metia nela como um animal, a cada estocada ouvia um barulho de carne molhada demais até a minha pélvis bater naquelas nádegas duras e peludas. Quando senti que ia gozar, puxei o pau de dentro da boceta peluda dela e dei um jato de porra quente na cara da vadia, que abriu a boca e engoliu até o último resto lambendo os lábios com a língua fedida, a porra escorrendo toda pela pele bronzeada. O cliente muçulmano não resistiu e meteu na buceta peluda dela também, mas não duraria muito, a indonésia safada já tava gemendo alto de tesão só de pensar em transar de novo, então ele ejaculou dentro da xota peluda, jogando tanto leite quente que escorreu pela coxa dela até o chão.