No halloween, a madrasta Frinteza tava toda maliciosa com a fantasia de bruxa que nem deixava esconder os peitos apertados saindo pra fora, e o meu enteado novinho, que tava tipo aquele cara bonito do comercial, não conseguia tirar os olhos de mim não. Ele veio vindo do quarto pra cozinha pra pegar mais cerveja e eu tava lá, só de calcinha bem molhada e um colar de plástico brilhante no pescoço, fingindo que tava assustada com o barulho dos fantasmas na televisão. Quando ele passou por mim, eu joguei o cabelo pra trás e deixei a mão escorregar pela barriga até abrir bem a calcinha, mostrando a buceta toda encharcada pra ele, que ficou duro na hora e começou a babar. Eu não tive paciência não, puxei ele pelo braço pra dentro do hall escuro, joguei ele no chão e subi em cima com as pernas bem abertas em cima do pau dele, que tava duro feito pedra dentro da calça do uniforme de policial. Eu comecei a rebolar devagarzinho enquanto passava a mão pelo pau dele por cima da bermuda, mas quando ele tentou me beijar eu empurrei e mandei ele abrir o zíper logo, porque eu tava com uma vontade danada de engolir aquele pau todo até a garganta. Ele tirou o pau de uma vez e eu abri a boca bem grande, lambendo a glande toda antes de enfiar até a garganta, sentindo o cheiro de porra fresca vindo daquele pau grosso enquanto eu fazia um slurp alto pra ele ver como eu tava afim. Quando ele segurou a minha cabeça e começou a meter na minha garganta sem dó, eu tava tão molhada que o pau dele escorregava fácil, e eu não aguentava mais, então mandei ele me virar de quatro no chão do hall e meter pra valer. Ele entrou de uma vez, socando fundo enquanto eu gritava "Porra, pau duro na minha buceta!", e o pau dele batia na minha bunda toda vez que ele dava a porrada, até que ele gozou dentro de mim com jatos fortes que fizeram eu gemer igual uma vadia safada. Depois eu limpei o pau dele com a boca toda lambendo até não sobrar nada, enquanto ele me chamava de "madrasta coroa gostosa" com a voz tremendo.