Quando eu cheguei na casa da madrasta pra ajudar a cuidar do meu irmãozinho, não esperava que a coroa safada fosse me receber daquele jeito na porta com um shortinho rasgado mostrando a bundona dura e os peitões enormes se mexendo livremente. O tecido mal cobria a buceta depiladinha que eu via quando ela se abaixou pra pegar uma coisa no chão, os mamilos duros já marcando a blusa fina. Ela veio pra cima de mim com um sorrisinho safado e falou que tava com vontade de sentir um pau bem grosso, que o marido dela não dava conta. Antes que eu pudesse reagir, ela jogou o short fora e pulou em cima do meu pau com tudo, a xota apertadinha engolindo a cabeça do pau enorme sem nem piscar. Eu agarrei naquelas bundona empinada e comecei a socar com força enquanto ela gritava meu nome, os peitos balançando loucamente e os mamilos duros roçando no meu peito suado. Mudou pra por cima e ela mesma começou a cavar no meu pau com a bucetinha molhadinha, gemendo cada vez que eu batia até o talo dentro dela. Quando ela virou de quatro na cama e mandou eu meter como um animal, eu não segurei não, dei cada estocada que fazia a cama chiar e a coroa gritar que queria gozar. Ela gozou três vezes agarrada no travesseiro com a cara toda vermelha, a porra escorrendo pra fora da xota encharcada enquanto eu socava sem dó. Depois que ela veio de novo, eu joguei ela na parede e meti de pé com a cara enfiada nos peitões fartos, a bundona se esbaldando na minha barriga toda vez que eu batia até o talo. Gozei tão forte que ela engoliu tudo, a porra escorrendo pela coxa cheia e os peitões toda molhada de suor grudando no meu corpo. Quando a gente caiu na cama os dois ofegantes, ela só sorriu e disse que agora eu tava liberado pra vim sempre que quisesse.