Meu PC travou e ela veio gozar agora mesmo, foi exatamente assim que a linda Vivi Guedez apareceu do meu lado na biblioteca, toda cheirosa de perfume barato e com aquele decote mostrando os peitões naturais que eu sempre dou uma olhada disfarçada quando ela passa. Eu nem tive tempo de fechar a aba pornô que tava rolando porque ela pegou no meu braço, me puxou pra fora da cadeira e falou no meu ouvido que a máquina de sexo tava livre no canto, que era pra gente ir logo antes que alguém aparecesse. Eu já tava com o pau duro só de ver o jeito safado dela me chamar pelo nome, então não deu pra segurar: fui logo empurrando ela contra a estante cheia de livros velhos, rasguei a blusa do uniforme e meti minha mão na buceta dela por cima da calcinha fina, sentindo ela já toda molhada e gemendo baixinho. Ela mordeu meu lábio enquanto eu puxava a calcinha pra baixo, mostrava aquela boceta depilada e brilhando de gozo, e o caralho que eu tava louco pra meter nela. Ela virou de costas, apoiou as mãos na prateleira cheia de poeira e mandou eu meter logo aquele pau grosso dentro dela, senão ia gozar sozinha com os dedos. Eu não precisei de mais nada: enfiei de uma vez, dei uma estocada forte que fez os livros tremerem, e ela gritou meu nome tipo 'ah porra, pau gostosa, mete esse pau que eu tô toda molhada pra caralho'. Foi aí que a máquina de sexo ligou sozinha e começou a bater na bunda dela, mas a gente nem ligou, só fodemos cada vez mais rápido, os gemidos altos abafando o barulho da biblioteca vazia. Ela pediu pra eu encher essa buceta toda, então dei duas estocadas fortes e gozei tudo dentro dela, sentindo o pau pulsar enquanto ela apertava a boceta em volta do meu pau pra não perder nenhuma gota de porra. Quando a gente terminou, ela ficou toda suada, os peitões subindo e descendo, e ainda pediu pra eu meter mais uma vez antes de a gente sair correndo dali antes que alguém chegasse.