Velhas Safadas

No meio da obra do meu apto fodemos enquanto os pedreiros trabalhavam

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A obra no teu apto tava um calor dos infernos quando você entrou no banheiro improvisado e viu ela, a Melissa Lisboa, uma coroa coroa de tatuagem no braço e peitão que balançava toda vez que ela mexia os braços, com a mão no conezão do Maikinho Lisboa enquanto os dois se beijavam loucamente com a porta só encostada. Você mal respirou direito porque a Melissa já tinha abaixado a sunga dele e tava com o pau duro na mão, engolindo o gemido abafado dele pra não chamar atenção dos pedreiros. Você se ajoelhou no chão frio do banheiro e meteu a língua na bucetona da Melissa enquanto o Maikinho fazia ela gemer cada vez mais alto, os dois já sem se importar se escutavam ou não lá fora. Os peitos dela iam pra cima e pra baixo com a respiração ofegante e o pau negro dele, grosso pra caralho, já tava lambuzado com a saliva da rola dele na boca da Melissa quando você agarrou a cintura dela e virou ela de quatro no chão sujo de obra, mostrando aquele rabo empinado feito pra ser fodido. O Maikinho não perdeu tempo, metendo de primeira com força e a Melissa gritando ‘ai, porra, que pauzão gostoso’, os gemidos abafados só pelo barulho da furadeira lá fora. Você viu o pau enorme dele sair todo molhado da buceta dela e entrar de novo com um som molhado de pau na carne, os quadris dela balançando pra trás pra receber cada estocada, o cu dela se apertando toda vez que o pau negro batia fundo. A Melissa tava com a mão no próprio clitóris, esfregando enquanto gritava que ia gozar, o Maikinho metendo cada vez mais rápido e os dois acabando com a obra toda de tanto barulho que fizeram. Quando ele encheu a bucetona da Melissa com a porra preta dele, você viu o pau escorrendo pra fora com a gozada escorrendo pro chão, a Melissa toda mole e satisfeita, igualzinha uma vadia que acabou de ser fodida a vontade na obra do apto de qualquer um.

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