As botas brancas de Alexia Salas sempre me deixam com o pau duro na mente quando a vejo se contorcendo no espelho do quarto, mas hoje é diferente — hoje ela resolveu se masturbar sozinha, peluda e sem a mínima vergonha, os saltões batendo no chão enquanto os dedos finos alisavam a buceta depilada. Eu entrei sem fazer barulho, os olhos grudados naquele rabo firme que balançava cada vez que ela mexia o quadril, a calcinha grudada na xota molhada conforme os dedos iam mais fundo. Ela nem notou minha presença, tão entretida com a própria safadeza, os gemidos abafados pelo travesseiro enquanto esfregava a bocetona na coxa grossa da bota. Quando eu me aproximei, o cheiro de conhaque e boceta quente invadiu meu nariz, e ela não resistiu quando eu abri as pernas dela e meti dois dedos no cu bem apertado, a vadia gritou com a voz rouca de tanto pau que ja levou. Alexia Salas não perde tempo pra nada, jogou o traseiro pra cima, abriu as nádegas com as mãos e mandou eu meter o pau de uma vez, o cu dela já babando pra ser fodido a sério. Eu não tive dó, enfiei até o talo e senti a buceta latejando de prazer enquanto o pau ia e vinha, a cada estocada os peitos dela balançando loucamente e a boceta escorrendo porra pra todo lado. Quando eu dei uma cusparada no rabo e alarguei com a mão, ela gritou que queria mais, a puta safada implorando por pau grosso enquanto o cu dela abria feito uma flor prestes a explodir. Gozei duas vezes dentro dela, a porra escorrendo pela perna e pela bota branca, enquanto Alexia Salas nem se importava com a bagunça, só lambia os lábios sujos de saliva e pedia mais, a vadia carregada de tesão.