Trepar com o professor na cadeira da sala de aula era a minha maior fantasia, então eu vim vestida pra matar — saia curta que mal cobria a bundona que o Animal deixou durinha malhando na academia, um top apertado que mal aguentava os peitões naturais que a Ladolcevita mexe toda vez que me vê na aula. Quando ele entrou e viu minha perna balançando pra ele, os olhos brilharam que nem os do professor quando recebe o boletim dos alunos ruins, e eu sabia que ia passar de ano com todo louvor. Ele fechou a porta, jogou o giz na lousa e veio pra cima de mim com aquele pau duro que eu sabia que ia encher meu cu bem feito, mas primeiro ele queria minha buceta escorrendo. Puxou minha saia pra cima na hora, rasgou minha calcinha com os dentes e meteu dois dedos sem avisar, sentindo como minha gozosa já tava molhadinha só de pensar nele me fodendo em pé. Gritei quando ele sentiu meu cheiro forte e mandou eu calar a boca com um tapa na cara, enquanto ele cuspia na mão e preparava aquele pau grosso pra me rasgar toda. Enfiei na cadeira pra ele, levantei a saia e mostrei pra ele como minha buceta tava pingando, aquela bocetona que ele adorava lamber quando sobrava tempo na aula. Ele não perdoou nem um segundo, meteu de uma vez só e minha bunda bateu na cadeira que rangeu que nem a porta da escola quando tem briga, mas ninguém tava nem aí pra barulho porque o som da carne batendo na carne era só o que importava. Ele segurou meu cabelo e empurrou meu rosto pra baixo pra ver como minha buceta engolia o pau dele toda vez que ele socava até o fundo, e eu gemendo que nem uma vadia no cio, pedindo pra ele me encher de porra e me marcar como aluna preferida. Quando ele gozou com um urro alto e jogou aquele leite quente todo dentro da minha boceta, eu mal conseguia respirar, mas ainda dei uma rebolada pra ele ver como a porra escorria pela coxa e enchia a cadeira de branco, enquanto ele ria safado e dizia que agora eu ia passar de ano com nota cem.