A professora mágica daquele colégio de elite não era só de fazer feitiçarias na aula de matemática, não — ela tinha uma varinha que fazia muito mais do que somar e subtrair, e os alunos já sabiam bem disso. Sentada na sua cadeira de professorona toda de couro preto, com os seios fartos mal contidos pela blusa fina transparente, ela chamou o novinho para a tal ‘aula particular’ de física quântica, mas todo mundo sabe que a física da boceta dela é que ia ser ensinada mesmo. O coitado do garoto entrou todo sem graça, vermelho, com o pau já dando sinal no shortinho justo, mas ela nem ligou nem um pouco — sorriu com lábios molhados e ordenou que ele fechasse a porta com um estalo de dedos que fez a maçaneta derreter. Antes que ele pudesse piscar, ela jogou a saia por cima e mostrou aquela xota depilada toda melada, brilhando de tanto tesão, enquanto o perfume de sândalo enchia o ar do escritório. Com um movimento rápido, ela segurou a gravata dele e puxou até os lábios dela grudarem nos dele, a língua mole e quente invadindo a boca do menino, que já tava com as mãos tremendo na bunda carnuda dela. Ela arrancou a camisa do garoto numa porra só, revelando um peitoral malhado, e começou a sugar o peito dele como se fosse um pirulito, mordiscando o mamilo até ele gemer alto e empurrar o pau duro contra a barriga dela. Daí foi a vez dela tirar o sutiã, jogando os peitões na cara dele, e mandar que ele lambesse os mamilos rosados enquanto ela mesma descia as mãos pra abrir o zíper da calça dele e puxar aquele pau grosso que já pingava pré-gozo. Ela se ajoelhou no chão frio, pegou o pau na mão e passou a língua toda pelo comprimento, gemendo enquanto ele enfiava os dedos no cabelo dela, puxando até ela engasgar com a cabeça toda na boca. Quando ele já tava quase gozando, ela parou, levantou, virou de costas, jogou o tronco pra frente na mesa da professora e mandou ele meter aquilo tudo na boca daquele cu apertado que já tava se remexendo pra ele entrar. Com um gemido rouco, ele agarrou nos quadris dela e meteu com tudo, a cabecinha do pau saindo pela boca do cu a cada estocada, enquanto ela gritava que era pra ele meter mais forte, que adorava sentir pau grosso rasgando o rabo. A sala só ouvia os sons molhados das bolas batendo na barriga dela e os gemidos de prazer que saíam dos dois, até que ela agarrou na beira da mesa e pediu pra ele encher aquele cu de porra, que ela queria tudo escorrendo pelas pernas. Ele gozou dentro sem dó, jogando jato atrás de jato enquanto ela apertava o cu pra não perder nada, a porra escorrendo toda pra fora e caindo no chão com um ploc molhado, os dois ofegantes e satisfeitos, ela ainda de pé na mesa com as pernas tremendo.