Quando entrei naquela sala de aula cheia de poeira mágica flutuando no ar, eu não fazia ideia que a professora Sylvia ia me transformar num pau duro só de olhar. Ela tava usando aquela saia curta que mal cobria a bunda gostosa e uma blusa apertada que mostrava os peitões durinhos, os mamilos já duros só de me ver entrar. Na hora que ela falou 'hoje a aula vai ser bem prática', eu gelei, mas não dei pra trás. Ela acendeu umas velas roxas e fechou a porta com uma fechadura que só abria por magia, então veio vindo em cima de mim toda sensual, passando a mão pelo meu pau duro por cima da calça e mandando calar a boca se eu quisesse aprender de verdade. Sem nem pensar, eu peguei naquelas coxas grossas e levantei ela pra cima da mesa, joguei a saia pra cima e vi que a bucetinha tava toda molhada, brilhando pra caralho. Chupei aqueles peitões enquanto ela gemia alto, enfiando os dedos na minha calça e puxando meu pau pra fora, duro como pedra e já vazando por toda ponta. Fui logo metendo devagarinho, sentindo a buceta apertada dela queimando meu pau, e quando ela falou 'fode essa vagabunda direito', eu não segurei mais não. Fui socando com tudo, os peitões dela balançando a cada estocada enquanto eu puxava o cabelo dela e falava no ouvido que ela tava ganhando uma porrada de leite quente. Ela pediu pra eu encher a bucetinha toda, e quando gozou pela primeira vez, a porra jorrou toda pra dentro dela, escorrendo pelas coxas grossas e molhando a mesa toda enquanto a safada só ria e pedia mais. Gozei pela segunda vez bem no fundo, sentindo as paredes da buceta dela me apertando pra sugar tudo, e quando caímos ofegantes no chão, ela ainda pediu pra repetir a aula porque 'essa turma não vai se formar tão cedo'.