Meu pau duro na hora que eu vi minha meio-irmã, a linda e curvilínea Tara Rico, rebolando aquela bundona toda na mesinha da sala enquanto passava o filme só pra zoar. Ela tava com aquela saia curta que mal cobria a bunda, o tecido fino mostrando cada detalhe da boceta bem depilada por baixo, e eu já tava com o pau na mão só de imaginar meter naquela xota apertada de coroa coroa. Ela olhou pra mim com aquele sorrisinho safado e falou que não ia aguentar o filme, mas que também não tinha vontade nenhuma de ver coisa de irmão. Dei de ombros e falei que tava tudo bem, só que no fundo eu tava louco pra provar daquele pauzão que ela escondia por trás da lingerie apertada. Ela se jogou em cima de mim no sofá, a saia subindo toda e mostrando a bunda redondona batendo forte no meu pau enquanto ela montava em cima, esfregando aquela bucetona molhada na minha pélvis. Agarrei firme naquela bunda gigante, apertando forte pra sentir cada trepidação daquelas coxas musculosas, e comecei a sugar aqueles peitinhos miúdos com vontade, morrendo de vontade de chupar aquele pauzão curvo que ela tanto gostava de mostrar. Quando enfiei naqueles beiços da boceta já toda melada, ela jogou a cabeça pra trás e soltou um gemidão alto, tipo vadia no cio, enquanto rebolava pra cima e pra baixo no meu pau, fazendo aquele barulho molhado de carne se batendo que só aumenta a loucura. Tirei ela pra deitar de quatro, a bundona tremendo toda enquanto eu metia por trás, agarrando firme naquela cintura fina e batendo forte até fazer a cama balançar. O som da pelve batendo naqueles glúteos perfeitos era uma música, e os gemidos dela enchiam o quarto enquanto eu socava aquela xota apertada de todas as formas possíveis. Quando gozei dentro dela, senti aquele calorão da porra escorrendo pra fora da bocetona cheia, e ela ainda ficou me olhando com cara de safada, pedindo pra meter de novo. A cena acabou com a gente se beijando suada, a lingerie toda amassada e a salinha toda molhada de transpiração e gozo.