A primeira vez que vi aquela senhora toda de rosa eu só conseguia pensar que ela era a mulher mais gostosa que já tinha posto os pés na minha frente. Ela tava lá, de vestido apertado que deixava a bunda redonda de encher o olho pra fora, cheirando a perfume barato e um cheirinho de buceta molhada que já me deixou com a calça doendo. Fingi que tava arrumando coisa na sala enquanto ela passava os dedos finos pelo cabelo grisalho e ia descendo devagar, os peitões balançando de um lado pro outro, os mamilos duros já marcando o tecido fino do vestido. Quando ela se curvou pra pegar um copo no sofá eu vi tudo — a xota peluda pra caralho, a calcinha branca grudada nela, o cheiro de sexo no ar. Não aguentei mais e dei um passo pra frente, mas ela já tava com a mão no meu pau por cima da calça, os dedos finos apertando forte enquanto me puxava pra perto. Antes que eu pudesse reagir, a coroa coroa ajoelhou no chão de ladrilho, abaixou a calcinha pra mostrar a boceta toda melada e jogou meu pau pra fora, duro feito pedra e escorrendo um pouco de gozo pela glande. Aí ela pegou com as duas mãos, passou a língua grossa pela veia grossa e gemeu igual vaca no cio quando senti aquele calor úmido me engolir de uma vez. Meti até o fundo da garganta dela e ela engasgou, os olhos lacrimejando mas a mão na minha nuca me forçando a ir mais fundo ainda. Eu puxei pra fora, senti a baba escorrendo do meu pau pra cara dela, e ela ainda abriu a boca toda pra mim, lambendo as bolas enquanto eu jogava a cabeça pra trás gemendo igual louco. Quando ela abriu as pernas na mesa da cozinha e mandou eu chupar a xota peluda, eu não pensei duas vezes — enterrei a cara naquela buceta malcheirosa de tanto tesão, lambendo a gordura da boceta enquanto ela berrava meu nome e puxava meu cabelo forte demais. Gozei na cara dela no meio do boquete, a porra toda escorrendo pelos peitos fartos enquanto a coroa madura ria igual possessa e lambia os dedos cheios do meu gozo.