Shayna tava de calcinha preta por baixo daquele conjunto de lingerie de rendas que a fazia parecer uma vadia safada pronta pra ser fodida ao ar livre. Assim que eu abri a porta do quarto e vi ela curvada pra frente, as meias finas subindo na coxa grossa e os saltos altos batendo no chão, já ficou duro de pensar em meter aquele cu de coroa coroa que ela mostrava pra mim. Ela nem se assustou quando eu cheguei por trás, agarrei a calcinha e puxei pra lado, deixando a bucetinha dela toda molhada e brilhando à luz do sol. A primeira lambida eu dei na xota quente dela e escutei Shayna gemer alto, pedindo pra eu não parar enquanto eu enfiava dois dedos no rabo dela devagar, sentindo o cu apertadinho se abrindo pra mim. Daí eu a virei de frente, joguei ela na cama e mandei pôr os peitões pra fora daquele sutiã de renda preta, chupando um mamilo duro enquanto ela me puxava pra beijar, lambendo a porra toda da minha boca. Com o pau já latejando de vontade, eu a coloquei de quatro na cama com as pernas tremendo, os saltos ainda nos pés, e meti de uma vez sem avisar, sentindo aquele cu guloso se apertar em volta do meu pau grosso enquanto eu socava com tudo. Shayna gritou de prazer, mandando eu ir mais fundo, e eu não tive dó de rasgar aquele tecido fino da calcinha só pra ter mais espaço pra meter no rabo apertadinho dela. Cada estocada fazia o pau sumir inteiro dentro daquele buraco molhado e guloso, e eu ia até o talo pra ouvir ela gemer cada vez mais alto, pedindo pra eu não parar nunca. Quando enfiei um terceiro dedo no cu dela pra abrir mais, Shayna já tava toda molhada, gemendo que nem uma louca, e eu não aguentava mais — dei uma última estocada forte e gozei tudo dentro daquele cu que tava pedindo pra ser enchido sem parar, enquanto ela tremia toda e mordia o travesseiro pra não gritar alto demais.