A advogada bunduda tava no corredor da faculdade de direito com a saia curta demais pra disfarçar, aquele rabo durinho esticando o tecido fino enquanto ela andava de salto alto. O negão da sala ao lado tava passando com aquele passo de quem não tava nem aí, mas quando ela cruzou as pernas pra sentar no banco e a saia subiu ainda mais, mostrando a calcinha preta molhada, ele parou e engoliu em seco. Ela fez questão de se levantar devagar, jogar o cabelo ruivo por cima do ombro e sorrir com aqueles lábios pintados de vermelho, tipo quem tava pedindo pra apanhar daquelas mão grossas dele. Ele não perdeu tempo, pegou a mão dela e puxou pro banheiro dos professores rapidinho, trancando a porta com o pé enquanto ela já tava com a saia enrolada na cintura e a buceta escorrendo. O negão abaixou a calça e aquele pau enorme pulou pra fora, grosso e brilhando com a porra já escorrendo, enquanto ela se debruçou na pia e levantou a bunda pra ele ver de pertinho aquela xota depilada e tremendo de vontade. Ele não foi mole, cuspiu na mão e passou no pau antes de enfiar de uma vez, metendo com força até ela soltar um gemido alto que ecoou nas paredes azulejadas do banheiro. A advogada tava gemendo igual uma vadia no cio, pedindo pra ele meter mais fundo enquanto os peitões dela balançavam cada vez que ele socava, as unhas dela arranhando a pia de porcelana. Quando ele puxou pra gozar em cima, ela virou pra ele com os olhos arregalados e pediu pra ele terminar dentro dela, gozando toda a porra grossa na boceta que tava lá, quentinha e comendo cada gota enquanto os dois ofegavam depois daquele pau que não parava de tremer.