A escrava safada não aguentava mais ficar de boca calada ouvindo os gritos da patroa mandando nela na cadeira, enquanto os clientes da boate iam embora. Clea Gaultier, toda de salto e vestido apertado, não perdoou nem um segundo — levantou a saia curta pra mostrar a buceta raspada sem calcinha e mandou a vadia ajoelhar ali mesmo no chão de cerâmica gelada. A escrava, que já babava só de pensar em apanhar da patroa, não perdeu tempo: desceu direto no pau duro de Ryan Madison que tava só olhando pro lado, de boca aberta, e começou a mamar com vontade, engolindo tudo até sentir o gosto salgado na língua. Clea agarrou o cabelo dela com força e empurrou a cara mais pra baixo, fazendo a escrava engasgar com o pau grosso na garganta enquanto os gemidos iam pro corredor. Sentindo a porra escorrer pelo queixo, Ryan não aguentou e jogou ela pra cima da mesa de vidro, rasgando a saia dela com as unhas, deixando aquela rachinha molhada e brilhando toda exposta. Clea, putinha que só, abriu as pernas e mandou a escrava subir de quatro em cima do móvel instável, com a bucetinha bem aberta, esperando pra ser fodida sem dó. A escrava, toda molhadinha e tremendo, sentiu o pau grosso de Ryan entrar sem aviso, esticando ela toda, enquanto Clea passava a mão no cu da vadia e cuspia pra lubrificar. Os tapas começaram a voar nos peitos cheios de Clea, que gritava pra Ryan socar mais forte, até a mesa balançar e os copos caírem no chão. Quando ele gozou com um ronco rouco, enchendo a bucetinha da escrava toda, Clea não perdeu o ritmo: agarrou a cabeça dela e jogou a porra toda na cara da vadia, passando os dedos molhados pra dentro da boca da escrava gemer. Os últimos gemidos ecoaram pela boate vazia enquanto as duas caíam no chão, a escrava toda lambuzada, satisfeita e ainda querendo mais.