Meu pau de titão gigante começa a balançar feito gelatina maluca assim que eu boto o pé pra dentro do quarto, a Artemisia love me recebendo toda despenteada, só de calcinha rendada e sutiã de renda transparente que mal segura esses peitos monstruosos que a safada tem. Sem perder tempo, eu abro o zíper da minha calça e deixo o rabo pular pra fora, duro feito pedra, batendo na barriga enquanto eu masturbo os peitorrões dela sem dó, apertando os mamilos duros no meio do tecido fino. A Artemisia geme igual vadia no cio quando eu enfio os dedos por baixo da calcinha dela e sinto a bucetinha toda escorrendo, a porra molhadinha descendo pelas coxas grossas enquanto eu chupo um peito dela com fome. Ela joga a cabeça pra trás e grita meu nome, pedindo pra eu meter logo antes que ela morra de tanto tesão, então eu ajoelho na cama, puxo a calcinha pra o lado e meto o pau de uma vez só naquela cona peluda pra caralho, o barulho do pau entrando e saindo rasgando o ar junto com os gemidos da coroa coroa. Os peitos dela balançam feito dois melões em câmera lenta toda vez que eu soco com força, os mamilos duros batendo no meu rosto enquanto eu puxo ela pra cima e faço a mamãe sentar no meu pau, a bundona redonda quicando pra cima e pra baixo no meu pau grosso sem piedade. Eu seguro firme nos peitões dela pra não cair, a Artemisia gemendo igual louca, os peitos balançando pra todo lado enquanto eu esporro meu leite quente bem no fundo da buceta dela suja, a porra escorrendo pela coxa dela quando eu mordo o ombro dela e solto um rosnado de tanto prazer que a vadia fica toda mole nos meus braços, os peitos ainda tremendo com o final da transa. Depois da porra toda escorrida, a Artemisia deita na cama me puxando pra cima dela, os peitos ainda balançando devagar enquanto eu limpo a buceta cheia com a boca, lambendo até não sobrar mais nem uma gotinha de porra.