A loira novinha Kate Dalia acordou com aquele clima de segunda-feira que só uma rebelde de dezoito anos consegue bancar, então decidiu que ir à escola era coisa de otário e que seu namorado Johnny Love merecia um agradecimento especial pela paciência de esperar ela terminar de enrolar na cama com o celular grudado na mão. Ela esticou aquele corpão malhado por cima dos lençóis amarrotados, os peitões gigantes balançando enquanto ela se espreguiçava e soltava um gemido de saco cheio daquele tédio matinal, os mamilos duros já pedindo atenção. Johnny, que tinha chegado com a cara cheia de tesão maluco desde que sentiu o cheiro dela no quarto, não perdeu tempo — pulou em cima da cama como um animal faminto, agarrou a cintura fina dela e já meteu a mão direto num peitão duro, apertando com vontade enquanto a loira abria as pernas sem a menor frescura e mostrava a bucetinha depilada e já molhadinha só de pensar em pau grosso dentro dela. Ele foi descendo devagar, lambendo cada centímetro da pele dela enquanto Kate jogava a cabeça pra trás, os gemidos ficando cada vez mais altos quando a língua dele chegou na boceta quente e começou a chupar aquele clitóris duro como uma pedra. Quando ela não aguentou mais e agarrou o cabelo dele, puxando pra forçar mais pau na cara, Johnny não teve dúvida — pulou em cima dela na posição de cachorro, empurrou a bundona fofa dela pra cima e já meteu de uma vez só, a porra escorrendo pra fora enquanto ele socava com violência, os peitões balançando a cada estocada e os gemidos dela enchendo o quarto de gemidão sujo. Kate virou pra ele, montou no pau dele na posição de vaqueira e começou a rebolar com tudo, o pau enorme sumindo dentro da bocetinha apertada enquanto os peitões dela saltavam na cara dele, que não tava nem aí e metia com os olhos loucos de tesão. Quando ela sentiu o pau dele inchando dentro dela, não pensou duas vezes — jogou a bundona pra trás, ficou de quatro novamente e mandou ele meter até o talo, a buceta escorrendo mel enquanto os dois suavam que nem porcos. Gozaram juntos, a porra escorrendo pelas coxas dela enquanto Kate caía deitada na cama, exausta mas com um sorriso safado no rosto de quem sabia que aquele dia ia ser épico.