Esse cobertor fofo de raposa ia virar minha perdição naquela tarde fria, Catalina Cruz me enrolou nele antes de fechar a porta do quarto e já senti o cheiro de pelúcia barata misturado com o meu perfume de vadia safada. Tirei os sapatinhos de saltinho só pra sentir o tapete macio nos pés enquanto mexia no decote do meu vestido de algodão apertadinho que mal cobria os peitões de silicone duro que nem pedra, os mamilos já eriçados pedindo atenção. Joguei o cobertor no chão e me esparramei nua por cima dele, com a bucetinha toda depilada que nem uma adolescente trasando no quarto pela primeira vez, só que muito mais molhada que qualquer novinha. Comecei a me masturbar devagar, passando os dedos pela boceta lisinha enquanto imaginava uns pauzões grossos enchendo ela até transbordar, os gemidinhos abafados saindo da minha garganta quando enfiei dois dedos dentro e senti como tava escorrendo pra caralho. O silicone das minhas peitos balançava toda vez que eu me remexia, o som da palma da mão batendo na carne molhada ecoava pelo quarto vazio enquanto eu imaginava aqueles bundões perfeitos da dançarina transando no quarto vizinho, a raiva de não ter um pau aqui me fazendo gemer mais alto e implorar pra qualquer um entrar. Quando o cobertor de raposa roçou na minha pele quente, gozei de uma vez só, a porra escorrendo pelo meu cu apertadinho enquanto eu mordia o travesseiro pra não gritar como uma vadia no cio. A safada aqui não tava nem aí pra quem ouvia, só queria mais, muito mais, até meu pau de brinquedo não aguentar e eu cair exausta no tapete, os peitões suados grudados no pelo do cobertor e a bucetinha ainda tremendo toda.