Depois daquela festa da vizinhança que rolou até tarde, eu ainda ficou vendo a minha cunhada Pamela Castillo dançando daquele jeito safado na cozinha, a bunda grande balançando pra todo lado e o vestido curto subindo toda hora que ela se inclinava pra pegar a cerveja. Quando ela percebeu que eu tava olhando, nem se importou, só sorriu com aquele olhar de vadia que sabe o estrago que causa. Eu não resisti, dei um passo pra trás e puxei ela pra dentro do quarto escuro, a mão já voando pro short dela pra sentir a buceta melada por debaixo da calcinha molhada. Pamela gemeu alto quando eu enfiei dois dedos na xota apertada dela e senti como tava quente e escorregadia, a calcinha grudada na carne. Ela se jogou em cima de mim, arranhando minhas costas enquanto eu tirava a roupa toda e jogava no chão, o pau duro quase explodindo só de ver aquela bunda gigante balançando quando ela tirou a saia e ficou só com a calcinha preta rasgada no meio. Empurrei ela na cama, levantei a perna direita dela pra cima e meti a cara na buceta molhada da minha cunhada, lambendo cada pedacinho enquanto ela gritava meu nome e puxava meu cabelo com força. Quando enfiei o pau de uma vez só no cu apertado dela, Pamela urrou de dor misturada com prazer e mandou eu ir com tudo, espancando a bunda dela com a mão pra ela sentir quem tava no controle. Fodeu duro até os dois gozarmos juntos, a porra escorrendo do cu dela enquanto eu apertava os peitões naturais pra gozar de novo dentro da buceta. A bunda da Pamela nunca mais foi a mesma depois daquele pau grosso que deixou marcas pra vida toda.