A coroa bunduda Zinasima já não aguentava mais ver a bunda da madrasta vindo da academia toda suada, então resolveu agir antes que o marido chegasse do trabalho. Ela tava de calcinha rendada preta e sutiã grande derramando peitão, massageando os mamilos durinhos enquanto o namorado novinho, o Balakabolik, passava impresso na porta do banheiro. Quando ele entrou de supetão, quase deu de cara com a xota peluda dela toda aberta, os lábios grossos de voracidade. Sem perder tempo, Zinasima jogou a calcinha no chão, abriu bem as pernas e mandou ele pôr a cara bem ali, devagar que nem um corno burro. Balakabolik não precisou de segunda ordem — ajoelhou na hora, meteu a língua grossa na buceta molhadinha dela e começou a lamber da entrada até o clitóris, que tava duro feito pedra. Ela agarrou a cabeça dele e empurrou pra dentro, gemendo alto pra ninguém ouvir: 'Come essa xota safada direito, porra!'. Depois de chupar até o pau do moleque ficar de pau duro, ela não aguentou e virou de quatro na cama, com a bunda grande balançando toda pra ele ver. 'Agora mete no rabo, seu putinho!', ordenou, passando o pau dele no cu enrugado antes de enfiar devagar pra não rasgar. Ele foi metendo com força, ouvindo os sons molhados da porra escorrendo da boceta e do pau entrando e saindo do cu escancarado, até ela gritar que ia gozar e jogar o rabo pra cima enquanto o leite jorrava por dentro todo. Acabou com a coroa toda tremendo, o cu cheio e a buceta pingando, sorrindo satisfeita com o pau do novinho ainda duro pra segunda rodada.