A coroa coroa Mademoiselle Justine não tava nem aí pra formalidade quando o cara Phil Hollyday chegou na casa dela com aquele pau duro só de olhar pra bundona que ela balançava. Mal suas bundas se encostaram na cama que ela já jogou a calcinha de lado, abriu as pernas gostosas e mostrou a buceta toda molhada, os lábios inchados implorando pra ser fodida. Ele nem pensou duas vezes, jogou a camiseta no chão e ficou só de cueca, mostrando a veia pulsando no pau enquanto ela babava na hora de ver. Mademoiselle não perdeu tempo, pegou na mão dele e pôs direto na xota peluda, gemendo alto quando os dedos dele afundaram na carne quente e escorregadia. A safada já tava com a língua pra fora, lambendo a glande inchada do pau de Phil enquanto ele fazia questão de botar a mão na cabeça dela e enfiar cada vez mais fundo na garganta. Quando ela tirou o pau da boca, a porra já tava escorrendo, então Mademoiselle se ajoelhou no chão, abriu bem a boca e deixou ele encher a goela toda antes de engolir tudo com um gemido de satisfação. Mas Phil não tava satisfeito ainda, não — ele virou a coroa madura de quatro na cama, puxou a bunda empinada dela pra cima e cuspiu naquelas duas bundocas duras antes de meter o pau grosso direto no cu apertado dela. A coroa soltou um grito de dor misturado com prazer, pedindo pra ele ir com tudo, e Phil não decepcionou: socou com força até a vez que os testículos dele bateram na virilha dela. Quando ele tirou pra lamber a buceta por baixo, ela tava tão louca que já tava se masturbando enquanto ele enfiava dois dedos no rabo dela pra abrir mais ainda. Na hora que ele meteu de novo, dessa vez na xota escancarada, Mademoiselle gozou tão forte que sujou os lençóis, gemendo palavrão alto pra todo mundo ouvir. Phil não aguentou mais, tirou o pau duro da buceta dela e jogou na cara toda a porra quente que ele tava guardando, molhando os cabelos loiros, as bochechas rosadas e até os seios grandes que balançavam com cada espasmo da gozada. Quando os últimos jatos caíram, ela ainda abria a boca pra lamber cada gota que escorria do pau, com um sorriso safado de quem sabe que acabou de ganhar a melhor transa da vida.