Quando eu vi aquela mulher-abóbora toda pintada de laranja na festa de Halloween, com aqueles peitões enormes balançando dentro do vestido colado, nem tive tempo de pensar, só queria meter o pau dentro daquela buceta escorrendo. Ela tava lá, sentada na cadeira de bruxa com as pernas bem abertas, mostrando a calcinha grudada na xota inchada, e foi aí que o Akillies negão se aproximou com aquele pau monstruoso já duro pra caralho. Eu nem lembro direito como a gente chegou ali, só que de repente tava todo mundo pelado no quintal escuro, o ar cheio de gemidos e cheiro de porra no ar. Ela agarrou naquele pau gordo dele e chupou até o fundo da garganta, os peitos balançando enquanto fazia barulho de sucção alta, os lábios vermelhos engolindo cada vez mais. Depois ela se jogou de quatro no chão, levantou a bundinha redonda e espalhou as bochechas do cu com os dedos, mostrando aquele buraco escuro e molhado. O Akillies meteu de primeira, e ela gritou tão alto que até os vizinhos iam ouvir, a porra escorrendo pelos coxões enquanto ele socava com força os quadris batendo naquelas coxas grossas. Eu não aguentei e fui meter na buceta dela por trás, sentindo aquele cheiro de loção de abóbora misturado com suor e xota molhada, o pau entrando e saindo enquanto ela berrava cada vez que o pau passava pela boceta apertada. Quando ele mudou para a posição de pau no rabo, ela pediu pra ele encher bem fundo, e eu vi quando ele meteu até os bagos dentro daquele cu que não parava de tremer. A safada foi gozando três vezes seguidas, a boca babando, os peitos suados grudados no chão, até que os dois explodiram juntos: primeiro ele, jogando porra quente dentro do cu dela, depois eu enchendo a buceta toda de leite. Quando a Agatha Mama olhou pra trás com aquele sorriso de vadia satisfeita, eu sabia que aquela noite ia ficar na minha memória pra sempre, daquele jeito depravado e gostoso que só o Halloween sabe proporcionar.