Assim que eu entrei na casa da Agatha mama, ela já tava me esperando na cozinha com aquele shortinho curto mostrando a bundona empinada e a blusa justa que mal cobria os peitões. A mulher veio rebolando até mim, pega no meu pau duro por debaixo da calça, e falou baixo no meu ouvido que tava louca pra provar o pau desse negão todo. Dali a dois segundos, a saia voou pra cima e a buceta peluda dela tava me implorando pra comer, já brilhando toda molhada. Eu nem tive tempo de pensar, só joguei ela pra cima da mesa da cozinha, quebrou dois copos no chão mas que se foda, e enfiei meu pau de uma vez dentro daquele buraco apertado que tava me sugando pra dentro. Ela gritou meu nome, apertando os peitos gigantes na minha cara enquanto eu socava com tudo, os sons dos nossos corpos suando enchendo a cozinha toda. Quando enfiei dois dedos na bundinha molhada dela, a Agatha gemeu pra caralho e pediu pra eu encher aquele cu de porra, então virei ela de quatro com as mãos sujas de farinha da mesa, e meti até o talo por trás. A cada estocada, a mesa trepidava e a gozada escorria pra fora, pingando no chão da cozinha suja de merda. Na hora de gozar, eu tirei pra jorrar tudo em cima dos peitões dela, e a vadia nem esperou secar pra lamber cada gota da porra que escorria pelo pescoço. Pra fechar com chave de ouro, ela se ajoelhou no chão fedido, abriu bem a boquinha e mandou eu mijar dentro pra ver se eu era macho de verdade.