Quando cheguei com o Bad Boy109 pra fazer a entrega na casa da coroa madura, nem imaginava o que ia rolar dentro daquele apartamento quente e cheiroso de mulher safada. Mal toquei a campainha e ela já abriu a porta de roupão fino, aquele rabo enorme balançando pra todo lado como se fosse feito pra apanhar pau duro. A primeira coisa que vi foi o colo dela transbordando por cima do tecido, os peitões quase caindo pra fora, e um cheiro de xampu barato misturado com perfume de mulher que fede a foda. Ela nem deixou a gente entrar direito, puxou a gente pra sala e jogou os dois no sofá, dizendo que tava há dias sem sentir pau dentro dela. Eu nem tive tempo de piscar e ela já tava com a mão no meu cinto, tirando o pau duro de dentro da calça enquanto o Bad Tripp tirava a camisa pra exibir aquele peitoral malhado que fazia as veias saltarem. A coroa ajoelhou no chão com aqueles peitões balançando e engoliu o pau do Bad Boy109 até a garganta, fazendo sons de garganta profunda enquanto eu tirava a minha calça pra mostrar o pau grosso que já tava pingando. Ela se levantou rapidinho, sentou no sofá com as pernas bem abertas, e mandou a gente meter sem dó, dizendo que queria sentir dois paus ao mesmo tempo na sua buceta molhada. A gente não precisou de muito incentivo, cada um pegou um lado daquelas coxas grossas e enfiou o pau bem fundo, ouvindo ela gemer alto com a voz rouca de tanto gritar. O Bad Tripp metia na sua xota enquanto eu passava a mão pelos seus peitões e enfiava dois dedos na sua boca pra ela chupar, sentindo o gosto de porra que já tava escorrendo dos lábios dela. Depois ela virou de quatro, levantou aquele rabo gigante pra gente bater de primeira, e a gente não perdeu tempo, cada um pegou um lado daquelas nádegas duras e começou a socar com força, fazendo a cama tremer e ela gritar palavrão atrás de palavrão. Quando ela sentiu a gente gozando dentro dela, gemeu que nem uma louca e pediu pra gente encher toda a sua buceta de porra, até escorrer pelas pernas enquanto a gente lambia o resto dos peitões suados.