Essa porra de quarto de hotel cheirava a luxo barato e tesão suado, aquele cheiro que mistura perfume caro com o cheiro de buceta molhada que eu e a Penny já não aguentávamos mais. Assim que fechei a porta com um chute, ela já tava tirando a calcinha rendada branca enquanto eu jogava minha saia no chão e rasgava o sutiã por cima do peito pra deixar as peitos duras de quem tava precisando ser lambida. A Penny tem uma bundona daquelas que faz o tecido da calça esticar pra caralho, e eu não aguentei: passei a mão naquelas bochechas duras e dei uma beliscada forte que ela gemeu e jogou a cabeça pra trás. Logo a gente tava grudada, peito com peito, bocas grudadas sugando língua enquanto eu passava a mão na boceta pelada dela, sentindo os lábios molhados pulsando de vontade. A Penny ajoelhou na cama e mandou eu sentar de frente pra ela, então comecei a cavar minha xota com os dedos pra mostrar como tava louca, jogando o creme pra fora com cada movimento. Ela abriu minha boceta com os dedos pra lamber bem devagar, sentindo cada pedacinho da minha carne inchada, enquanto eu puxava o cabelo dela e mandava ela ir com tudo na minha grelha. Ela chupou meu clitóris com a ponta da língua fazendo círculos loucos e eu gozei pela primeira vez com um gemido alto que deve ter assustado os hóspedes do andar de cima. Depois ela deitou de barriga pra cima e abriu as pernas pra eu montar no pau dela — a gente não usou nada porque a porra de tesão tava maior que o medo, e eu senti o pau duro dela rasgando minha boceta bem no lugar certo. A gente se esfregava igual bichas no cio, peitos batendo, bocetas lambuzadas e gemidos altos que só pararam quando a gente gozou junto, a porra escorrendo pelas coxas enquanto a gente se abraçava toda molhada e ofegante.