Que bunduda do caralho tinha essa safada, cheguei em casa e ela já tava com a calcinha molhada só de me ver, mal a porta fechou e já jogou essa bunda gigante em cima de mim, pedindo pra meter com força. Eu nem tive tempo de pensar, enfiei a mão na calcinha dela e tava encharcada, a xota dela quente pra caralho, escorrendo pelos dedos que nem mel. Aradia, que safada, já foi logo descendo na roça com o pau duro na minha mão, esfregando no meio das pernas dela, gemendo na minha boca enquanto eu puxava a calcinha de lado. Não deu outra, eu levantei ela na marra, botei a boceta em cima da mesa da cozinha e meti de primeira, estocada profunda que ela gritou alto pra todo mundo ouvir. A bunduda dela balançando toda, a cada pau que entrava ela fazia um barulhão de porra molhada, a bocetinha grudando no meu pau enquanto eu socava sem dó. Aradia, aquela vadia safada, começou a se masturbar com uma mão enquanto eu puxava o cabelo dela pra trás, metendo com mais força ainda, a cada estocada a mesa fazia um barulhão de pau batendo na carne. Quando eu virei ela de quatro no sofá, a bundona dela ficou toda aberta pra mim, então eu agarrei a cintura e meti até o fim, sentindo a bocetinha apertada engolindo o pau inteiro sem reclamar. Ela jogava a bunda pra trás pra cada pau que eu dava, xingando e pedindo pra meter mais forte, até que o pau tava escorregando na porra que ela tava soltando sem parar. Eu dei uma cuspida na mão pra escorregar melhor, meti até o talo e ficou batendo na bunda dela sem dó, o som de pele molhada enchia a sala enquanto Aradia só fazia gemer e pedir pra não parar. No final, quando os dois tavam exaustos, eu ainda meti mais umas vezes pra gozar dentro dela, sentindo a bocetinha apertando o pau enquanto jorrava porra quente dentro daquela xota que não parava de tremer.