O dia começou normal até a Elana, aquela coroa gostosa com bundão deliciosa e peitão que não cabia num sutiã, entrar no quarto com o marido e eu meio de lado, sem saber que o destino ia aprontar comigo. O Jerry, safado, foi logo puxando papo e ela, pra me provocar, começou a se rebolar toda na frente da TV, mostrando como a calcinha fina mal cobria aquela bucetona carnuda que eu imaginava toda molhada. Daí, o marido saiu pra fazer um café e eu não perdi tempo: bati na porta do quarto e entrei de uma vez, pra achar ela deitada na cama só de lingerie preta, um pé no colchão pra mostrar o quanto tava com a bocetinha suja de calcinha grudada. Pulei em cima dela e meti a boca direto naquelas peitos duras que pulavam pra fora do tecido, enquanto ela agarrava meu cabelo e jogava a cabeça pra trás gemendo um ‘que porra é essa, safado?’. Desci a mão praquelas coxonas grossas e apalpei a bunda toda pra ver como ela tava durinha, tirando a calcinha num piscar e mostrando a boceta depilada que já tava escorrendo pra mim. Ela abriu as pernas e ficou me esperando com os lábios grossos da xota tremendo, então eu enfiei dois dedos de uma vez e senti o quanto tava encharcada, a porra saindo toda quente daquelle buraco apertado. Virei ela de bruços e meti o pau duro em cima daquelas marcas da cinta-liga, socando com força enquanto ela berrava e jogava a bunda pra trás pedindo mais, com o pau do Jerry ainda escorrendo da porra recente que ele tinha metido. Gozei dentro daqueles beiços da buceta toda, a porra quente enchendo ela toda e fazendo a gozada escorrer pela coxa grossa enquanto ela gritava meu nome, toda suada e satisfeita.