É a Olive Oil, a coroa coroa bunduda que apareceu na frente do marido com aquela lingerie preta apertando aqueles peitões durinhos e o bundão redondo quase explodindo a calcinha por dentro. Ele tava só olhando, mas ela veio rebolando pra ele, tirou o sutiã devagar só pra mostrar dois mamilos duros como pedra que iam roçar no pau dele na hora certa. O marido nem percebeu, mas eu não tirei os olhos do bundão maravilhoso dela quando ela se inclinou pra frente, os peitos balançando bem na cara dele, e falou baixinho 'hoje é dia de ser safada' com aquele tom de voz que deixa qualquer pau duro na hora. Antes que ele pudesse reagir, ela agarrou na mão dele e levou direto pro meio das pernas, enfiando dois dedos na buceta já encharcada por baixo da calcinha molhada. O gemido dela foi alto pra caralho, o bundão tremendo quando ela empurrou a calcinha pra baixo e mostrou a xota depilada brilhando de tesão. Eu não aguentei, abri meu pau na hora e ela olhou pra ele com um sorriso safado, mordeu o lábio e gemeu 'puta que pariu, que pauzão' enquanto se ajoelhava pra chupar ele todo. A boca quente dela foi demais, a língua rodando na cabeça do pau enquanto uma mão apertava os peitões e a outra espalhava a porra que já escorria da pontinha. Quando ela se virou de quatro na cama, o bundão tremendo pra caralho, mandou ele meter sem dó e enfiou o pau nela de uma vez só, a buceta apertando tanto que ele quase gozou na hora. A gente foi até o final, ela gritando 'mete mais que eu aguento, porra!' com a cara enfiada no travesseiro enquanto o marido socava aquele rabo que parecia não ter fim. Gozei dentro dela duas vezes, a porra escorrendo pelo bundão redondo enquanto ela ria e dizia 'agora você marcou sua coroa coroa, safada', mas continuou rebolando pra gente ver como o pau dele ainda tava duro pra mais uma rodada.