O pauzinho de André já estava duro feito pedra quando Carmen entrou no banheiro com aquele robe branco transparente que mal escondia os peitos fartos e os mamilos duros de tão tesos. A coroa coroa pegou logo o aparelhinho de barbear, passou uma gostosa dose de espuma fresquinha com cheirinho de mentol na zona toda dele — pau, bolas, tudo bem devagarinho enquanto ele se apoiava na pia do banheiro com a respiração presa. Ela começou a passar a lâmina bem de leve na pele lisinha do pau dele, fazendo carinho com a mão livre naquele pauzinho mal feito mas que já pingava uma gotinha de gozo na ponta, enquanto os testículos dele se contraiam de tesão só de sentir os dedos dela alisando a região toda. Carmen então ajoelhou no chão do banheiro, abriu bem as pernas dele pra ter mais espaço e começou a tirar aquele pube todo rebelde aos pouquinhos, passando a lâmina com maestria enquanto os gemidinhos abafados de André ecoavam nas paredes azulejadas. Quando a lâmina raspou sem dó nas bolas dele, a coroa coroa cuspiu na mão e passou bem devagar a espuma quente pra aliviar a queimação, esfregando o pauzinho e as bolas até ele ficar todo vermelhão brilhante e macio feito pêssego. Ele não aguentou mais e agarrou ela pelo cabelo, puxando a cabeça pra frente pra enfiar aquele pauzinho na boca da safada, que engoliu tudo até a garganta apertar enquanto as bolas dele balançavam bem na cara dela. Carmen então pegou o pauzinho na mão e começou a bater punheta nele com força, apertando a ponta pra ele gemer alto e sujar a barriga toda com o leite quente, que escorreu devagar até a cueca rasgada jogada no chão.