A madrasta loira tailandesa tava cada vez mais louca pra sentir um pau bruto enfiando na sua bundinha apertada enquanto a câmera do enteado gravava tudo pra ele não perder nem um gemido seu. Eu tentei disfarçar que tava a fim, mas ele viu logo naqueles olhinhos safados que a tia loira tava toda molhadinha só de pensar em levar um pau grosso naquele cuzinho que já tava doendo de vontade. Ele veio vindo, punheta na mão, e eu nem resisti — abaixei a calcinha transparente e deixei aquele rabo de cavalo dela toda arrepiada debaixo do shortinho justo que ele tava usando. O pau dele já tava duro pra caralho quando ele cuspiu na mão e veio esfregando na minha boceta toda lambuzada, gemendo pra mim ver como ele tava louco pra meter. Aí eu virei de costas, abri bem as pernas e apoiei as mãos na parede, mostrando pra câmera toda a minha xota peluda e o rabozinho bem fechadinho esperando pra apanhar. Ele não perdeu tempo, meteu de uma vez e eu soltei um berro tão alto que até o vizinho deve ter ouvido — o pau dele era enorme, alargando meu cuzinho aos poucos enquanto eu mordia o lábio pra não gritar de dor e prazer misturado. A cada estocada ele ia mais fundo, socando de um jeito que fazia a cama chiar, e eu só conseguia gemer coisa de puta mesmo, pedindo pra ele me encher de porra e me deixar toda escorrendo. Quando ele tava quase gozando, ele puxou o pau todo molhado de porra e mijão e mandou eu chupar até limpar tudo, a garganta toda engasgada com aquele gosto forte de pau e sêmen quente. Ele gozou na minha cara, a porra toda escorrendo pelo meu nariz e boca, e eu lambia tudo lambendo os lábios pra ele ver que não ia desperdiçar nem uma gota. Depois, ele me jogou na cama e meteu de novo na boceta, socando até eu sentir ele gozando dentro de mim, enchendo meu ventre de porra enquanto eu gritava e apertava as pernas pra não perder nada.