A bunda grande e durinha da Alexis Texas, toda empinada com aquela calcinha de renda preta bem grudada no rachão, foi o que me deixou com o pau duro na hora que entrei no quarto e vi ela se arrumando na cama. Ela tava de meia arrastão até o joelho, sapato alto que fazia as coxas tremerem e um robe de seda transparente que só cobria a buceta — mas nem isso escondia o quanto ela tava molhadinha só de me esperar. Passei a mão pela sua cintura grossa e ela soltou um gemido rouco quando puxei a calcinha pra baixo e vi a xota toda depilada brilhando de tesão. Sem perder tempo, enfiei dois dedos nela e senti a porra da boceta apertando forte, enquanto ela rebolava contra a minha mão e gritava ‘Me fode logo, seu safado’. Pedi pra ela ficar de quatro, com as mãozinhas agarradas nos lençóis, e meti o pau de uma vez só até o talo naqueles beiços quentes e molhados. Ela berrou de dor prazerosa, ‘Caralho, que pau gigante!’, enquanto eu socava com força, a cada estocada fazendo a bunda dela balançar e os peitões balançando debaixo do corpo. Alexis agarrava os travesseiros com os dentes pra não gritar mais alto, mas os gemidos escapavam mesmo assim, ‘Tá doendo mas eu amo, enfia mais fundo, vadia’. Depois de uns minutos de pau duro na buceta molhada, esfreguei a cabeça do meu pau na entrada do cu dela e ela, sem hesitar, empinou mais a bunda e pediu ‘Bota no rabo, porra, eu tô afim de sentir cada gota dentro de mim’. Foram três dedos no cu dela até que ela relaxasse, aí meti devagarinho até enterrar tudo, sentindo a porra da rosquinha dela apertando o pau enquanto eu socava sem dó. No final, gozamos juntos, eu espirrando toda a porra dentro daquelas duas bundas, a primeira vez na boceta e depois no rabo, enquanto Alexis só gemia e se contorcia toda satisfeita com a liberação.