Você entrou no escritório bem na hora em que a gostosa da Lettywild tava se remexendo toda na cadeira, a saia curta levantando só pra mostrar a bucetinha apertada que ela tava enfiando os dedos sem dó. A tinta preta no braço dela brilhava na luz fria enquanto ela abria as pernas pra caramba, batendo com a mão aberta direto na xota molhada que fazia barulhão de squish toda vez que os dedos afundavam. O cu dela tava tão apertadinho que os dedos mal cabiam, mas ela não tava nem aí, enfiando tudo até o punho e gemendo alto, pedindo mais com a voz grossa de quem não aguenta mais. Ela tirou os dedos cheios de porra branca da boceta, lambendo tudo com a língua grossa antes de enfiar tudo no cu, arrombando a entrada pra preparar praquilo que vinha. Aí ela segurou a bunda com as duas mãos e abriu bem pra você ver cada detalhe do cu dela se abrindo toda, o anelzinho se dilatando enquanto ela forçava pra entrar com mais um braço, os lábios do rabo se esgarçando pra caralho. A porra escorria pelas coxas sujas quando ela gozou, jogando a cabeça pra trás e gritando palavrão, a boceta e o cu jorrando suco pra todo lado enquanto ela tremia toda. Você não acreditou quando ela pegou o pau de plástico que tava escondido embaixo da mesa e começou a esmurrar a xota com tudo, alargando ela toda até a coisa ficar com a entrada escancarada igual um furo de rosca. A Lettywild tava tão putinha que nem percebeu quando a porta do escritório destrancou sozinha e um monte de gente entrou pra assistir a vagabunda se esbaldando, mas ela só fechou os olhos e continuou se fodendo sem parar até cair pro lado, a bunda grudenta de porra e suco.