Eu tava só de calcinha e um topinho quando a gata entrou no quarto com aqueles quadris largos e aquela bundona que o FatJhon não sabe como aguenta. Ela olhou pra minha buceta peluda, mordeu o lábio e já foi logo abrindo as pernas na minha frente, me mostrando a boceta cheia de gozo da madrugada. Eu não tive como resistir, passei a mão naquela pele macia das coxas grossas dela e já comecei a lamber devagar, sentindo o cheiro forte de pano molhado e o gosto de porra que ainda escorria. Ela gemeu alto, enfiou os dedos no meu cabelo e mandou eu chupar mais fundo, que a xota tava quente e pronta pra gozar de novo. O pau do FatJhon já tava duro só de ver nós duas se mexendo assim, ele veio por trás e encostou o pau grosso na minha bunda, fazendo a gata soltar um gemidão de safada. Eu virei de barriga pra cima, abri as pernas toda e falei pra eles meterem sem dó, que eu queria sentir cada veia daquele pau fodendo minha buceta peluda até escorrer gozo pra fora. O FatJhon empurrou tudo de uma vez, eu senti a cabeça grossa rasgando meu útero e gritei pra ele não parar, que eu tava quase gozando. A gata subiu em cima de mim, sentou na minha cara pra eu lamber aquele rabo peludo dela enquanto o FatJhon socava minha xota sem piedade, jogando minha bunda pra todo lado. Quando ele mandou eu segurar firme naquelas pernas roliças e gozou dentro, senti o leite quente escorrendo pela minha boceta, misturando com a minha própria porra. Ficamos os três assim, suados, com o cheiro de sexo no ar e eu ainda tremendo de prazer, sabendo que aquilo não ia ser a última vez que a bunduda da gata ia abrir as pernas pra mim.