A madrasta coroa, de saia curta e mãos ocupadas tentando amarrar as meias do enteado novinho, nem imaginava que ia acabar com o rabo bem aberto naquela noite. Assim que ele entrou no quarto pra pegar um short, ela nem se mexeu, só continuou ali de pernas cruzadas mostrando o quanto tava com o cu molhadinho só de pensar. O garoto parou na porta e ficou olhando pra bunda carnuda dela que balançava toda vez que ela se debruçava pra arrumar o pé da meia, o tecido da saia subindo só um pouquinho mais a cada movimento. Ela percebeu ele parado ali e não perdeu tempo, se levantou devagar, jogou a meia no chão e foi logo puxando ele pelo braço até a cama, mandando ele se deitar de barriga pra cima sem nem deixar ele reclamar. Aí ela montou em cima dele com as pernas abertas, mostrando a boceta já escorrendo pra ele ver, e foi descendo o cu na pica dura do moleque que tava duro feito pedra só de ver ela assim. Quando ela sentiu o pau grosso entrando no rabo pela primeira vez, ela soltou um gemido alto e mandou ele meter mais fundo, dizendo que tava doendo mas tava bom demais. Ele agarrou na cintura dela e começou a bater com força, o som das peles batendo ecoando pelo quarto enquanto ela gritava pra ele não parar, pedindo socão no cu até ela gozar em cima do pau dele. A gente viu ela se contorcer toda, o rabo tremendo enquanto o leite jorrava pra fora, escorrendo pelas coxas grossas dela que ainda tava com a saia levantada mostrando a bundona perfeita pra ele ver. Terminou tudo com ela caída de lado na cama, gemendo baixinho enquanto ele lambia o gozo que escorria da xota e do cu bem aberto, e ela só repetia que nunca mais ia usar meia antes de dar um pau na bunda.